Segurança e acesso · 2026/1

Central de alarme Intelbras AMT 2018 E

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Central de Alarme Residencial Intelbras AMT 2018 E

Integrantes do grupo

Nome completo Matrícula
Enzo Emir Viana Ferraz 231011293
Marcelo Makoto Araki Takechi 231026465
Pedro Luciano de Azevedo 212005453
Victor Pontual Guedes Arruda Nóbrega 211029601

Sumário

  1. Descrição do produto selecionado
  2. Análise técnica do funcionamento
  3. Proposta de reprodução com ESP32
  4. Pesquisa bibliográfica e tecnológica
  5. Comparativo com produtos similares
  6. Referências

1. Descrição do produto selecionado

A Intelbras AMT 2018 E é uma central de alarme monitorada de uso residencial e comercial, fabricada pela Intelbras (Brasil). É o "cérebro" de um sistema de alarme: recebe os sinais de diversos sensores (sensores de presença, sensores de abertura de portas/janelas etc.), decide se houve uma violação e, em caso afirmativo, dispara a sirene e comunica o evento ao usuário e/ou a uma central de monitoramento.

Central de alarme Intelbras AMT 2018 E

Central de alarme monitorada Intelbras AMT 2018 E. Fonte.

Funções principais

  • Detecção de intrusão por meio de zonas de sensores (com fio e sem fio).
  • Armar/desarmar o sistema via teclado com senha, controle remoto ou aplicativo.
  • Particionamento: divide o ambiente em partições (ex.: térreo e quarto), podendo armar parte do sistema (modo "noturno"/"em casa").
  • Disparo de sirene e acionamento de saída programável (PGM) — ex.: ligar uma luz ou uma sirene externa.
  • Comunicação e monitoramento: envio de eventos por linha telefônica, Ethernet e/ou GPRS (conforme o modelo) para central de monitoramento e notificação no aplicativo do usuário.
  • Bateria de backup para funcionamento durante quedas de energia.

Público-alvo e contexto de uso

Residências, pequenos comércios e escritórios que desejam segurança patrimonial com possibilidade de monitoramento profissional (empresas de segurança) ou autônomo (notificações no celular do próprio usuário). É um dos modelos mais difundidos no mercado brasileiro de segurança eletrônica, justamente por ter documentação aberta (manuais e guias de instalação públicos) e ampla base instalada.

Componentes e sensores utilizados (no produto real)

Subsistema Componentes típicos
Sensores de abertura Sensores magnéticos (reed-switch) em portas/janelas
Sensores de presença Sensores infravermelho passivo (PIR) com/sem fio
Sensores ambientais Detectores de fumaça/incêndio, sensores de quebra de vidro
Atuadores Sirene (interna/externa), saída programável PGM
Interface Teclado XAT (LCD ou LED), controle remoto RF 433,92 MHz
Controle Microcontrolador da central + memória de eventos
Energia Fonte AC + bateria selada 12 V de backup

Tecnologias de comunicação e controle embarcadas

  • RF 433,92 MHz para sensores e controles remotos sem fio.
  • Linha telefônica (PSTN) com protocolo Contact ID para central de monitoramento.
  • Ethernet e/ou GPRS/3G (nos modelos EG / 3G) para monitoramento via IP e aplicativo (Intelbras AMT Remoto / Intelbras App).

Referências: Manual do usuário AMT 2018 E / EG / 2118 EG / 3G (Intelbras) e Guia de instalação AMT 2018 E / EG / 2118 EG (Intelbras).


2. Análise técnica do funcionamento

2.1 Principais módulos do sistema

Arquitetura da central de alarme AMT 2018 E

  • Sensores (zonas): a AMT 2018 E trabalha com até 18 zonas (8 com fio na placa, expansíveis com duplicação de zona, mais zonas via teclado e zonas sem fio). Cada zona pode ser configurada quanto ao tipo (imediata, temporizada, 24 h, etc.) e ao comportamento.
  • Controle: o microcontrolador da central lê o estado das zonas, aplica a lógica de armado/desarmado, valida senhas, gerencia partições e decide o disparo. Mantém um buffer de eventos com data/hora.
  • Interface: teclado (com senha de usuário/instalador), controles remotos RF e aplicativo. Sinalização do estado por LEDs/beeps.
  • Atuadores: sirene e saída PGM (programável — pode acionar luzes, cerca elétrica, fechadura etc.).
  • Conectividade: discadora telefônica (Contact ID), Ethernet e GPRS conforme o modelo.

2.2 Detalhe das zonas (engenharia do sensoriamento com fio)

As zonas com fio usam resistores de fim de linha para que a central diferencie os estados: normal, violado (curto) e tamper (rompimento do cabo). No manual de instalação constam os valores de resistor (ex.: zona alta 3K9 Ω, zona baixa 2K2 Ω, resistor de fim de linha 2K2 Ω), cabo de até ~100 m por zona e função de duplicação de zona (cada entrada reconhece duas zonas, ampliando a capacidade da placa). Fonte: Guia de instalação Intelbras.

2.3 Identificação de tecnologias críticas

Tecnologia crítica Papel no produto
Sensores PIR (infravermelho passivo) Detecção de presença pelo calor corporal em movimento.
Reed-switch (chave magnética) Detecção de abertura de portas/janelas.
Rádio 433,92 MHz Comunicação sem fio com sensores e controles remotos.
Protocolo Contact ID Padronização das mensagens de evento para monitoramento.
Comunicação IP / GPRS Monitoramento remoto e notificações em nuvem/app.
Energia com backup Operação ininterrupta (autonomia em queda de energia).

2.4 Especificações do Microcontrolador

Por se tratar de um equipamento de segurança comercial e proprietário, a Intelbras não disponibiliza publicamente os esquemas elétricos detalhados, diagramas de circuito impresso (arquivos Gerber/layout de PCB) ou a lista nominal de componentes internos da central AMT 2018 E / EG. No entanto, por meio de engenharia reversa e mapeamento do mercado de manutenção eletrônica especializada, identifica-se que o núcleo de processamento da placa principal é baseado em um microcontrolador (MCU) da fabricante Microchip Technology, modelo PIC24FJ128GA006T.

Abaixo são apresentadas as especificações técnicas detalhadas deste componente, que atua como a Unidade Central de Processamento (CPU) do sistema de alarme.

Tabela 1: Características Técnicas do MCU PIC24FJ128GA006T

Parâmetro Técnico Especificação Descrição / Função no Sistema
Arquitetura do Núcleo 16-bits RISC Arquitetura Harvard modificada de alta performance e execução linear.
Capacidade de Processamento Até 16 MIPS Milhões de Instruções por Segundo, garantindo resposta em tempo real.
Frequência de Operação (Clock) Até 32 MHz Operação estável via oscilador interno com suporte a 4X PLL.
Memória Flash (Não-Volátil) 128 KB Armazenamento do firmware proprietário e da lógica de segurança.
Memória RAM (Volátil) 8 KB Buffer de eventos temporários e gerenciamento do estado das zonas.
Encapsulamento Físico TQFP de 64 pinos Tecnologia de montagem em superfície (SMD), otimizando espaço na PCB.

As especificações técnicas acima foram consolidadas a partir da documentação da Microchip e de evidências de mercado de reposição técnica para o componente usado na central Componente Gravado para AMT 2018 E/EG — Shopee.


3. Proposta de reprodução com ESP32

A ESP32 é uma excelente plataforma para recriar o conceito de uma central de alarme: possui Wi-Fi e Bluetooth integrados, vários GPIOs, entradas ADC (para sensores analógicos), interfaces I²C (display) e capacidade de processamento suficiente para a lógica de zonas, sob o ESP-IDF/FreeRTOS.

3.1 Mapeamento: funções do produto → sensores disponíveis no laboratório

Para manter o protótipo simples e focado no conceito essencial de um alarme, a proposta reproduz apenas o núcleo mínimo da central: detectar intrusão, disparar a sirene, sinalizar o estado, armar/desarmar e notificar o usuário. A tabela abaixo mapeia essas funções para componentes da Lista de Sensores e Atuadores disponíveis.

Função na central real Sensor/atuador real Equivalente disponível (ESP32)
Sensor de presença (zona) PIR Sensor de Movimento (PIR)
Sensor de abertura porta/janela Reed-switch Chave Magnética Digital (Reed-Switch)
Sirene Sirene piezo/eletrônica Buzzer + Relé (para sirene externa de 12 V)
Sinalização de estado (armado/disparo) LEDs LED RGB 5mm (verde=desarmado, vermelho=disparo, etc.)
Teclado com senha (armar/desarmar) Teclado XAT Teclado matricial (membrana 4x4)
Comunicação/monitoramento PSTN / Ethernet / GPRS Wi-Fi nativo da ESP32 + Telegram Bot API (notificação e comandos)

3.2 Diagrama conceitual da reprodução com ESP32

Diagrama conceitual da reprodução com ESP32

3.3 Descrição conceitual da implementação (ESP-IDF)

  • Leitura de zonas: os sensores digitais (PIR e reed-switch) são ligados a GPIOs com interrupção (ISR). Uma tarefa FreeRTOS faz debounce e classifica o estado da zona (normal/violada).
  • Máquina de estados (tarefa de controle): DESARMADO → ARMANDO (tempo de saída) → ARMADO → ALARME (disparo) → DESARMADO, com zona temporizada (atraso de entrada para digitar a senha antes do disparo).
  • Autenticação: arme/desarme digitando uma senha numérica no teclado matricial (membrana 4x4), lido por varredura de linhas/colunas em GPIOs; a senha é conferida contra um valor armazenado em NVS (flash não volátil), reproduzindo o teclado XAT da central original.
  • Atuação: ao disparar, aciona buzzer e relé (sirene/luz externa) e acende o LED RGB em vermelho; em estado normal o LED fica verde.
  • Conectividade: toda a comunicação com o usuário é feita por Telegram. A ESP32 usa o Wi-Fi nativo para falar com a Telegram Bot API (HTTPS): envia ao usuário todas as notificações de evento (zona violada, disparo, arme/desarme, bateria/queda de energia) e recebe comandos do bot (/armar, /desarmar, /status), permitindo armar/desarmar remotamente e recriando o conceito de monitoramento da central original — sem central de monitoramento externa.
  • Persistência e tempo (opcional): eventos com timestamp via SNTP e log em NVS.

3.4 Limitações e desafios esperados

  • Escopo reduzido × central real: o protótipo cobre o núcleo do alarme (presença, abertura, sirene, estado, notificação). Recursos como zona de incêndio, detecção de quebra de vidro, tamper, saída PGM e display existem na AMT 2018 E mas foram deixados de fora para manter o projeto simples.
  • RF 433 MHz × Wi-Fi: a central usa RF dedicado de 433,92 MHz para sensores/controles sem fio; a proposta substitui por sensores com fio + Wi-Fi, o que muda alcance e topologia.
  • Confiabilidade e supervisão: uma central comercial supervisiona zonas (detecta corte de fio via resistor de fim de linha) e bateria fraca; reproduzir isso com sensores simples exigiria circuitos/tratamento adicionais.
  • Segurança da comunicação: monitoramento profissional usa protocolos consolidados (Contact ID); na reprodução, a comunicação ocorre via Telegram Bot API sobre HTTPS (TLS), já criptografada por padrão. Resta proteger o token do bot (armazenado em NVS) e validar o chat_id autorizado para que apenas o usuário legítimo possa armar/desarmar.
  • Certificação e robustez (ruído, falsos disparos, EMC) estão fora do escopo de um protótipo didático.

4. Pesquisa bibliográfica e tecnológica

4.1 Artigos sobre as tecnologias que viabilizam o produto

  1. A low cost GSM/GPRS based wireless home security system — IEEE Transactions on Consumer Electronics, vol. 54, n. 2, 2008 (Journal).

    Apresenta o projeto de um sistema de segurança residencial sem fio de baixo custo, com gateway GSM/GPRS e nós sensores (porta, infravermelho e incêndio). Sistemas embarcados: detalha a arquitetura de um microcontrolador coordenando nós sensores e a tecnologia de comunicação remota que viabiliza o monitoramento de centrais como a AMT — base conceitual para a substituição por Wi-Fi/MQTT na proposta ESP32.

    Link: https://ieeexplore.ieee.org/document/4560131/

  2. A Performance Analysis of Internet of Things Networking Protocols: Evaluating MQTT, CoAP, OPC UA — Applied Sciences (MDPI), vol. 11, n. 11, art. 4879, 2021 (Journal).

    Compara experimentalmente três dos principais protocolos de comunicação IoT — MQTT, CoAP e OPC UA — medindo tempo de conclusão (latência) e perda de pacotes em testbed local e na plataforma de larga escala FIT-IoT. Sistemas embarcados: mostra que os três protocolos rodam bem em dispositivos embarcados de recursos restritos e caracteriza o MQTT como leve e baseado em publish/subscribe com broker — base para a escolha do protocolo de comunicação na reprodução ESP32, substituindo o canal PSTN/Contact ID da central. (Nos testes, o CoAP foi o mais estável e o MQTT teve baixa latência, porém maior variabilidade.)

    Link: https://www.mdpi.com/2076-3417/11/11/4879

  3. Sensitivity enhancement of Passive Infrared (PIR) sensor for motion detection — Optik – International Journal for Light and Electron Optics (Elsevier), vol. 244, art. 167503, 2021 (Journal).

    Propõe um modelo matemático para aumentar a sensibilidade do sensor PIR, analisando a influência da distância (parâmetro α) e do ângulo do setor da lente de Fresnel (parâmetro γ) sobre a tensão de saída. Sistemas embarcados: aprofunda a física (piroeletricidade) e o condicionamento do sinal (lente de Fresnel, amplificador op-amp e filtro passa-banda) do principal sensor de presença usado em alarmes, ajudando a entender alcance e sensibilidade — diretamente aplicável à leitura de zonas PIR pela ESP32.

    Link: https://doi.org/10.1016/j.ijleo.2021.167503

  4. Enhancing Security in ZigBee Wireless Sensor Networks: A New Approach and Mutual Authentication Scheme for D2D Communication — Sensors (MDPI), vol. 23, n. 12, art. 5703, 2023 (Journal).

    Analisa vulnerabilidades do ZigBee e propõe um esquema de autenticação mútua (com funções hash e XOR) entre dispositivos e Trust Center, além de reforçar a criptografia AES com um array secreto renovado a cada sessão. Sistemas embarcados: trata da segurança do canal sem fio entre sensores/central com baixo custo computacional — desafio direto da reprodução IoT, em que a ESP32 também precisa de criptografia (ex.: TLS no MQTT) para não expor o sistema.

    Link: https://www.mdpi.com/1424-8220/23/12/5703

4.2 Artigos sobre aplicação / uso do produto

  1. Door Security System for Home Monitoring Based on ESP32 — Procedia Computer Science (Elsevier), vol. 157, 2019, pp. 673–682.

    Sistema de monitoramento de porta baseado em ESP32, com sensor PIR (detecção de movimento), sensor magnético (estado da porta), sensor de toque na maçaneta, buzzer e fechadura elétrica, usando MQTT (com SSL) como protocolo de comunicação com o aplicativo Android; dispara alarme e notificação quando a porta é aberta à força. Sistemas embarcados: estudo de caso quase idêntico à proposta deste trabalho — leitura de sensores pela ESP32, atuação (buzzer/fechadura) e notificação remota ao usuário, equivalente moderno do monitoramento da central.

    Link: https://doi.org/10.1016/j.procs.2019.08.218

  2. ESP32-CAM-based Smart Surveillance: Real-time Transmission and Alerts Via Telegram — Programación Matemática y Software (ProgMat), vol. 17, n. 2, 2025, pp. 48–60. ISSN 2007-3283 (Journal).

    Implementa vigilância por vídeo com ESP32-CAM e sensor PIR, enviando alertas e imagens via Telegram (e um app em App Inventor 2). Usa compressão JPEG para otimizar os tempos de envio/recepção (de ~2048 KB / 5–10 s para ~320 KB / 2 s). Sistemas embarcados: ilustra o tratamento de restrições de processamento e banda do microcontrolador (resolução, qualidade JPEG, largura de banda), tema central ao embarcar mídia/visão em hardware de baixo custo.

    Link: https://doi.org/10.30973/progmat/2025.17.2/6

  3. Smart Home Security using Arduino-based Internet of Things (IoTs) Intrusion Detection System — World Journal of Advanced Research and Reviews (WJARR), vol. 22, n. 3, 2024, pp. 857–864 (Journal).

    Sistema de detecção de intrusão residencial com Arduino Uno + sensor ultrassônico + módulo GSM (SIM800): ao detectar um intruso pela distância medida com o ultrassom, dispara um alerta por SMS ao morador. Sistemas embarcados: exemplifica a cadeia sensor → microcontrolador → notificação remota com dispositivos embarcados de baixo custo — mesmo papel da discadora/monitoramento da AMT, porém com SMS via GSM em vez de Contact ID.

    Link: https://doi.org/10.30574/wjarr.2024.22.3.2000

  4. IoT-Based Home Monitoring System Using ESP32-CAM Surveillance — International Journal for Research in Applied Science & Engineering Technology (IJRASET), vol. 13, n. 4 (IV), abr. 2025 (Journal).

    Sistema de monitoramento residencial com ESP32-CAM + sensor PIR: ao detectar movimento, captura uma imagem e a envia ao usuário por Telegram bot (sem nuvem nem app dedicado). Sistemas embarcados: demonstra um nó embarcado autônomo (sensoriamento + câmera + Wi-Fi) de baixo custo e baixo consumo, reforçando a viabilidade da reprodução da central com ESP32.

    Link: https://doi.org/10.22214/ijraset.2025.69014


5. Comparativo com produtos similares

Produtos da mesma categoria (centrais/kits de alarme residencial), de diferentes fabricantes e gerações:

Produto Fabricante Geração Zonas Sem fio Conectividade / Monitoramento App
AMT 2018 E (estudado) Intelbras Atual (com fio + RF) até 18 RF 433,92 MHz PSTN / Ethernet / GPRS (modelos EG/3G) Sim
AMT 1016 NET Intelbras Atual até 16 RF 433,92 MHz Ethernet / app (nuvem) Sim
AMT 4010 SMART Intelbras Recente até 64 RF 433,92 MHz Ethernet / Wi-Fi / 4G Sim
Ring Alarm (5 peças) Ring/Amazon IoT moderna modular Z-Wave / 802.15.4 Wi-Fi + nuvem (assinatura) Sim
DSC PowerSeries Neo DSC/Tyco Profissional 8–128 PowerG (915 MHz) PSTN / IP / celular Sim
Honeywell Vista-48 Honeywell Tradicional cabeada até 48 Add-on RF PSTN / IP (módulos) Parcial
GE/Interlogix Simon XT GE Geração anterior modular RF 319,5 MHz PSTN / celular Limitado

Leitura do comparativo: a AMT 2018 E posiciona-se como solução híbrida (com fio + sem fio) de custo acessível e documentação aberta, voltada ao mercado brasileiro, com forte ênfase em monitoramento profissional (Contact ID + GPRS/Ethernet). Produtos como Ring representam a geração 100% IoT/nuvem (mais fáceis de instalar, dependentes de assinatura), enquanto DSC/Honeywell atendem o segmento profissional/industrial com maior capacidade de zonas.


6. Referências

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